Mostrar mensagens com a etiqueta Vou bem muito obrigada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vou bem muito obrigada. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Get away...

Como já devem ter reparado pela ausência prolongada tenho andado em modo "OFF". A par com um makeover ao escritório que há muito me apetecia fazer e mil projectos em mãos, decidimos fazer umas férias  de total de retiro.

Procurávamos calma e sossego, um local que nos permitisse desligar do ruído que o dia-a-dia nos impõe e que aceitasse cães. Por incrível que pareça (ou não), no nosso país é extremamente difícil encontrar algum local, já que até as quintas de turismo de habitação e de agro-turismo, se recusam a aceitar os nossos amigos de quatro patas. Posto isto e já quase em desespero de causa, entre o mau tempo que se previa um pouco por toda a parte e a dita condicionante, descobrimos o local perfeito. Cada vez mais acredito que tudo acontece por uma razão e que há mesmo males que vêm por bem! Foi nesta busca incessante e já quase a desistir que descobrimos a Hospedaria Convento de La Parra, a.k.a. o paraíso do descanso já aqui ao lado.
Hit the road Jack ;)
A hospedaria fica em La Parra, Espanha, a poucos quilómetros de Badajoz. A viagem faz-se muito bem mesmo pela estrada nacional que foi a nossa opção. Trata-se de um antigo Convento de clausura, do século XVII que agora tem as portas abertas e nos recebe com tradição e história mas também com modernidade, conforto e aconchego. Os brancos e linhos combinam com o silêncio que se faz sentir, sem televisões nem rádios, apenas nós e os livros por companhia.  
A cozinha ajuda ao conforto, num misto de elegância e os aromas de casa, polvilhados de simpatia e disponibilidade. Todas as divisões estão dotadas de estufas de lenha e na biblioteca podemos sentar-nos em frente à lareira durante horas sem que ninguém nos interrompa a leitura. O tempo passa sem pressa e, aos poucos acalma o reboliço criando espaço para que a tranquilidade dos dias nos envolva até aos ossos deixando-nos mais nós. Se o que procuram é calar o ruído interior, desligar-se do mundo e voltar ao essencial, então agarrem na companhia perfeita porque este é, com certeza, o local que procuram.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

I'm back :)







De regresso depois de umas férias que não eram tão longas desde os meus... sei lá, 15 anos ou assim, aahaha!!! Tão boooooommmmm!!!



E regresso com uma prenda de aniversário muito especial... Uma Stella que é só minha ;) É verdade, agora podem personalizar a vossa satchel bag Stella Rittwagen. Eu já tenho a minha e vocês?


— atFusion by RV.


 Bom Dia Alegria! Óptima semana para todos :)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

I’m back!!!!!!!

Hoje recebi mais um presente envenenado aqui na Alegria mas, como em tudo, só nos envenena aquilo que permitimos que o faça.

E então tive um “ataque” de vaidade, uma crise de “não-modéstia”, um surto de auto "apaparicação"… Estranho, eu sei que sim mas necessário, também. Tive vontade de gritar bem alto – Eu sou boa! Sou mesmo boa! Quem não vê é porque prefere consumir-se com pensamentos pequenos, destruidores e sem sentido. É porque guarda mágoas de situações que só existiram na sua imaginação e continuam a alimentar-se do seu próprio veneno. Quando fazemos juízos de valor, quando criticamos de forma depreciativa e sistemática, gratuitamente os outros, quando guardamos rancor, quando temos mágoas tão profundas e tão insignificantes que não vemos outra coisa, estamos a criar veneno dentro de nós e esse veneno acaba por nos corroer a alma, ao fim de algum tempo.

Eu sou boa, sou mesmo boa! Em todos os sentidos e sem falsa modéstia. Sou boa pessoa, tenho sentimentos puros e desinteressados, não gosto que me julguem porque não gosto de julgar, gosto de ajudar, gosto muito de sorrir e rir, rir alto, dar gargalhadas, sou bem disposta, sou divertida, sou amiga dos meus amigos, quer fale com eles todos os dias ou uma vez no ano, sou vaidosa q.b., gosto de mim, gosto do meu aspecto, gosto de gostar de mim e gosto que gostem de mim mas não forço ninguém e não faço nada para que isso aconteça, a não ser, ser eu mesma. Tenho os meus momentos e tenho o meu feitio, quem me conhece de perto sabe isso e gosta de mim mesmo assim, porque sabem que os defeitos não são nada comparado com aquilo que sou capaz de fazer pelos que amo. Gosto de me mimar para mim e não para os outros e acho que tudo aquilo que sou por dentro, como pessoa, se traduz numa imagem exterior agradável. Por isso, sou boa, sou mesmo boa.

Tenho momentos em que acho que “a vida vai torta”, como diziam os Xutos. Claro que tenho, quem não tem. Há dias falava com uma boa amiga que me disse “acho que és uma corajosa por admitires que algo não está bem e que precisas e queres mudar”. E eu sinto-me corajosa também. Há quem tome decisões em função do que os amigos pensam, do que a família gosta, do que a sociedade aceita. Eu tomo decisões pelo que me faz feliz, pelo que me realiza, pelo que eu gosto, por mim e para mim. Não sou egoísta, apenas sei que se estiver bem comigo também vou estar bem com os que me rodeiam e isso fará com que todos sejam um pouco mais felizes.

Senti “Vazio Interior”, claro que sim e por isso escrevi sobre o tema. Mas já não sinto porque eu sou capaz de recomeçar, porque eu tenho força interior e determinação, porque eu reconheço o que está mal em busca do que está bem, porque eu sou capaz de tudo, porque eu sou capaz de me levantar depois de cada queda, porque eu não me regozijo com o mal dos outros, porque eu sou boa, sou mesmo, mesmo boa… E as pessoas boas acabam sempre por se encontrar e por ser felizes!

I’m back!!!!!!!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

EU...

Eu gosto de escrever (ponto). Gosto de escrever sobre mim, sobre o mundo, a vida e as pessoas. Gosto de dissertar sobre o que é, como foi e o que poderá vir a ser. Gosto de andar pela Terra do Nunca, a fantasiar sobre a vida perfeita, sabendo, na minha qualidade de adulta, que nunca se alcança a perfeição mas que podemos aspirar chegar perto. Gosto de andar por aí qual Sininho, a espalhar pozinhos de sonho e fantasia, de alegria e magia. Mas por vezes também me apetece escrever sobre os momentos menos bons, porque é humano ter momentos menos felizes, porque a vida nos confronta e afronta constantemente. Nos testa, nos põe à prova. Porque eu sou tão humana como todos vós, ainda que aqui seja apenas palavras sem nome.

Por isso gostaria de dedicar uma palavra aos que me seguem, aos que me lêem, aos amigos que conhecem a pessoa por trás das palavras… Eu estou bem. Se por vezes a escrita me sai mais cinzenta e menos rosa, se por vezes o coração aperta ou uma lágrima foge… Não é mau. É sinal que estou viva, que respiro cada dia, que o vivo intensamente e não me impeço de sentir. E não são apenas palavras as conclusões desses textos menos felizes, não é conformismo querer ver um lado bom em tudo. É antes optimismo. Porque há realmente factores exteriores à nossa vontade de sorrir, que não podemos alterar, que não está nas nossas mãos mudar. Não podemos impedir que alguém ou nós próprios fiquemos doentes. Podemos zelar para que isso não aconteça mas se acontecer, o que fazer? Não podemos obrigar aquele rapaz a gostar da nossa melhor amiga. Se ele não gostar, o que fazer? E não podemos impedir a morte porque é parte da vida como a conhecemos. É mais uma etapa para a qual ainda não conseguimos estar preparados. Apesar de sermos seres tão evoluídos, ainda não conseguimos compreende-la, aceitá-la como uma passagem para outro estágio qualquer que desconhecemos… Talvez por isso seja tão mais difícil aceitar. Mas se ela nos bate à porta, o que fazer?

Não são os momentos tristes que nos fazem menos alegres, que nos toldam a vontade de sorrir, de aproveitar os dias, de sonhar. Não são estes momentos que nos fazem piores pessoas. Chorar não é fraqueza, sofrer não é pobreza de espírito. É ser humano, é sentir, é viver. Não é o que nos acontece que importa mas sim o que fazemos com isso, como lidamos com as situações, o que aprendemos com a dor. E isto é inteiramente o que penso: Tudo na vida nos ajuda a crescer e a ser melhores, se soubermos sofrer no momento certo para depois continuar a viagem.

Eu não ando triste nem tive nenhum desgosto amoroso, como por vezes é tão mais fácil pensar-se. Quando falo aqui de dor, falo de coisas tão mais profundas, de perdas tão mais definitivas. Falo de morte, de saudades, de família, de distância, de palavras caladas que fariam tão melhor se ouvidas. Falo de perdas que superamos mas que nunca nos deixam porque são pessoas grandes demais na nossa vida, porque são as nossas raízes. Mas não deixo de viver ou de sorrir. Não deixo de ser optimista e nunca conformista! Apenas considero que devemos aceitar o que não pode ser mudado por acção humana e dedicar esforços a tudo o resto e, sobretudo, a aproveitar os nossos dias e a tentar tornar melhores, os dias de quem continua ao nosso lado, de quem nos dá a mão quando tropeçamos, de quem nos ouve quando queremos falar ou fica ao nosso lado, em silêncio, quando é disso que precisamos. A todos esses, obrigada.

A perda do meu pai fez-me perceber que não somos imortais, que não dispomos de todo o tempo. Que hoje é o momento para fazer e dizer tudo o que sentimos porque depois pode nunca chegar a existir. Fez-me abrir mais o coração e soltar mais palavras de carinho. Não, não sou ingénua. Sempre soube que ninguém dura para sempre. Já perdi amigos e conhecidos, já ficaram coisas por dizer nessas alturas mas, desenganem-se os que julgam que é da mesma dor que falamos ou que os silêncios terão o mesmo peso. E por isso, neste cantinho de sonhos e desabafos, quero dizer à minha família pequenina e aos meus amigos verdadeiros, que os amo e que estou grata por eles fazerem parte da minha vida.

Sejam felizes… Só hoje importa.

Bom fim-de-semana!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Breathe…

Preciso de ar e não consigo respirar… Preciso de ar, não nos pulmões mas na minha vida, nos meus dias. Preciso encontrar aquela janela que se abre, quando a porta se fecha mesmo atrás de nós. E não, a vida não me corre mal mas há momentos de mudança e há momentos em que queremos, precisamos mudar algo… E eu preciso da mudança como do ar para respirar.

Pode ser defeito ou feitio mas detesto sentir-me estagnada, não suporto que os dias se sucedam uns após outros sem que nada os distinga. E não, não basta que a vida pessoal nos corra bem, não basta que os sonhos se vão concretizando, queremos sempre mais… Talvez seja um defeito mas é humano. Queremos sempre mais e melhor, em tudo, a todo o momento… Não quer dizer que precisemos de muito para estar bem, às vezes basta mudar qualquer coisa, tão pequena como um bago de arroz.

Hoje preciso de uma lufada de ar fresco, só tenho que encontrar a janela… Ela está algures por aí, escancarada, à espera que eu a veja…

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Amigos Blogueiros, o que vos parece?

Hoje a Alegria está indignada… Gostaria de partilhar com os meus amigos Blogueiros - sim, aqueles que me visitam com regularidade, que apreciam a minha escrita, que se mostram solidários com os momentos menos bons que já partilhei convosco, que me dão força e fazem a Alegria sorrir novamente… Sim, quero partilhar apenas convosco - que existem neste mundo pessoas muito, muito tristes. E a mim custa-me sempre saber da existência destas pessoas porque tenho pena delas e o sentimento de pena não é dos melhores para se ter.

Acreditem ou não, houve uma “alminha” anónima (claro) que se deu ao trabalho de atribuir ao meu último Post a palavra “TRISTE”, assim… em letras garrafais! Existem de facto pessoas que às 4h da manhã não têm mais nada para fazer senão chegar aqui e de forma anónima fazer comentários totalmente despropositados.

Ora, a meu ver, triste é:

- Não ter mais nada para fazer de madrugada, senão escrever comentários anónimos num Blog alegre e bem disposto,
- Considerar que a imaginação das crianças é triste
- Não ter vida própria
- Ser cobarde
- Ser infantil (quando já não se é criança)
- …

E depois há outras coisas que são muito mais tristes e que realmente vale a pena perdermos tempo a pensar nelas, como a fome no mundo, a guerra, as crianças que morrem subnutridas, a propagação de doenças contagiosas em África, a crescente pobreza, a tão falada crise económica e, cada vez mais, também, social… etc, etc, etc.

Agora, aquele tipo de pessoa que adora saber de uma boa tragédia pessoal mas que se sente altamente incomodada com a felicidade alheia, com o talento dos outros e o facto de, ao contrário delas próprias, existirem pessoas bem resolvidas em todos os aspectos das suas vidas, estas não são tristes e nem sequer são dignas de que o nosso pensamento se debruce muito tempo sobre os seus desiquilíbrios mentais… Estas são apenas patéticas.

Por fim e em jeito de conclusão e esclarecimento, para aqueles que já foram ver o Post anterior e não encontraram nada de estranho nos comentários: Não, não publiquei o dito comentário e nem pretendo fazê-lo. Não é por acaso que este Blog tem o nome que tem, é antes porque gosto de me sentir bem com as pessoas e com a vida, encarando tudo de forma positiva e optimista. Como tal, não alimento comportamentos contrários e se há coisa que a Alegria não suporta mesmo é a cobardia e a estupidez humana.

Todos os comentários são bem vindos, vocês que passam por aqui sabem disso. Aliás, este espírito blogueiro que nos faz sentir que nos conhecemos e podemos ajudar, uns aos outros, com uma simples palavra de conforto, é uma das razões que me faz escrever aqui e não numa follha de papel.

Os cobardes e sem vida própria não precisam de se incomodar a passar por cá… Vivemos muito bem sem isso ;)

Bem hajam amigos blogueiros e bom fim-de-semana*