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domingo, 6 de maio de 2012

Também tive o meu pedacinho de Dia da Mãe...


Não sou mãe mas recebi uma rosa branca, linda, salpicada de brilhantes. Cheira a doçura, a amor e a sorrisos. Cheira a ligações que nunca se quebram. Obrigada aos meus queridos sobrinhos por me darem tantas alegrias e por se terem lembrado de mim neste dia que é das mães. Obrigada a minha irmã por me deixar ficar com um bocadinho do dia dela!

No meio de todos os sobressaltos e tropeções, sou uma mulher de sorte e vivo rodeada de amor.

Espero que o dia de todas as mães tenha sido tão bom como este dia foi doce para mim.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Uma estranha aventura, por Ricardo (*)

"Tudo começou numa noite de Sábado, quando um menino chamado Tomás não conseguia dormir. Por mais que tentasse só conseguia pensar em monstros! Ele cada vez se tapava mais, até que de tanto se tapar, caiu dentro dum buraco que aparecera na cama. Era chamado O Buraco da Imaginação.
Quando Tomás chegou ao outro lado do buraco ficou fascinado com o que via. Estava nas profundezas do mar.
Eu sei o que vocês estão a pensar. Com que então acham que isto foi apenas um sonho… Mas não foi. Tomás é um amigo meu e foi ele que me contou tudo isto.
Querem saber o resto da história? Então vamos lá continuar.
Naquelas profundezas havia muitas coisas belas, tais como: escolas para peixes, um casino chamado “O Coral”, equipas de hóquei e basket que ainda por cima já tinham participado em provas internacionais, restaurantes em que faziam sushi de carne e ainda a Disney land resort Marine.
Não tardou Tomás arranjar amigos, arranjou logo quatro e os seus nomes eram: o caranguejo Perna de Queijo, a sereia Marina, a lapa Limpa Vidros, mais conhecida como “O Aspirador” e ainda há o camarão Comilão.
Tomás depressa confessou aos amigos o que se tinha passado e todos quiseram ajudar. Contaram que para além da sua terra, a Aqualândia, havia uma passagem para a Terra, mas estava na Negrónia, onde havia a melhor equipa de basket de toda a vida Marinha.
Todos puseram um plano em acção, que foi o seguinte:
-De manhã, iremos partir para a Negrónia e quando lá chegarmos vamos para a passagem. Aí façam pouco barulho. – avisou o camarão.
E lá foram mar fora. Vejam lá que conheceram mais dois amigos com nomes muito engraçados que eram: o atum Gordura e a pescada Testada.
Quando chegaram à Negrónia, fizeram silêncio mas mesmo assim foram descobertos pela equipa de basket com o nome de “Os Rebeldes”. Ninguém tinha outra escolha senão fazer uma aposta com a equipa, que foi a seguinte:
-Queremos jogar basket contra vocês. Se nós ganharmos, podemos atravessar o portal, mas se perdermos, ficamos vossos prisioneiros para sempre.
A equipa de basket riu-se às gargalhadas mas aceitou a aposta.
Passado algum tempo o jogo começou. Ambas as equipas estavam a jogar bem. Adivinhem lá quem ganhou? Foi o grupo do Tomás!
Assim Tomás passou o portal e regressou à sua cama.
Adormeceu tão profundamente que nem os monstros o acordaram."

quinta-feira, 5 de março de 2009

O Sonho de Mariana (*)

"Era uma vez uma menina chamada Mariana, que teve um sonho.

Tudo começa numa terra chamada Bué, Bué Longe.

Aquela terra era muito bela: tinha casas feitas em palha, lagos cheios de patos, fontes, estátuas e ainda um enorme castelo.

No castelo vivia uma princesa chamada Mariana e a sua mãe que era a rainha Cartucha. O pai já tinha morrido.

Um dia a rainha Cartucha lembrou-se de fazer um baile em homenagem à filha que seria rainha, daí a poucos anos. O baile seria dia 42 de Fevereiro.

Os dias passaram-se e os preparativos estavam feitos. Os nobres, já tinham os fatos escolhidos e os músicos as canções decoradas. Faltava um dia para o baile.

Muito longe de Bué, Bué Longe havia um castelo enorme e lá vivia Vrápromoló, o vampiro e Casper, o fantasma.

Eles viam tudo o que se passava através de uma bola de cristal e com isso combinaram o seguinte plano:

- Durante o baile vamos raptar a princesa. – Disse Vrápromoló.
- Posso ser eu a raptá-la; ninguém me vê!
- Boa ideia!

Então Casper pôs em prática o seu plano, e no dia seguinte chegou a Bué, Bué Longe.

Quando chegou a hora do baile, Casper já estava no castelo e quando a princesa atravessava o corredor … puf! Casper apanhou-a e levou-a para o seu castelo. Quando lá chegou com a princesa, surpreendeu o Vrápromoló.

- Bravo!
- Fascinante!
- Obrigado Casper. Com a princesa aqui vamos transformá-la em sereia e metê-la no nosso lago.

Passou um dia e dois até que o mágico Ali Bá Bá soube do que se passava. Contou ao príncipe o que tinha acontecido e então ele chamou o dragão Dino e o mágico partiu para o castelo dos maus.

Depressa lá chegou e, quando os maus os viram fugiram cheios de medo. O mágico apressou-se a transformar a sereia em humana e a metê-la em cima do dragão. O príncipe saiu do castelo e também subiu para o dragão. Quando todos estavam a postos partiram. No dia seguinte já estavam em Bué, Bué Longe.

O povo saudou-os quando chegaram. A princesa e o príncipe viveram felizes para sempre.

- Mamã! Mamã! Tive um sonho muito bonito …"
Mais um texto do meu Piolho lindo... O único autor, além de mim, que tem lugar neste Blog ;) Porque será?!!! :)

terça-feira, 28 de outubro de 2008

I'm so proud.... (*)

Quando criei este Blog, disse a todos e a mim mesma que só seriam aqui publicados textos da minha autoria. Porque gosto de escrever, porque a escrita me liberta e me faz bem. É um espaço meu, não partilhado... Enquanto estou a escrever, estou num mundo privado. Claro que para isso não preciso de um Blog, poderia fazê-lo apenas para mim e guardá-lo. Mas passado esse momento a sós comigo, gosto de o partilhar, gosto que me leiam e opinem. As criticas ajudam-nos a evoluir, a querer mais, a ser mais exigentes connosco.

Contudo, há uns dias recebi um texto que me deixou sem palavras, que não sendo meu, o senti como uma parte de mim... Fiquei a olhar para o ecrã, de lágrimas nos olhos e sem palavras. Não é um texto triste, nada disso. Mas fiquei tão orgulhosa que toda a emoção quis sair olhos fora, já que a boca estava muda...


"Um caracol diferente

Como todas as histórias começam, era uma vez, um caracol chamado Joca que era muito diferente dos outros caracóis.

Joca tinha várias qualidades tais como: era um grande poeta, sabia andar de skate, tocava saxofone, sabia falar cinco línguas…
Ele era considerado o mestre da Caracolândia, sim, é claro que com aquela inteligência toda ele era professor de educação física, de língua portuguesa, de música e de matemática.
O caracol tinha uma família muito grande, composta por oito membros que eram: o pai TSF, a mãe rádio Comercial, o irmão RFM e a irmã Mega FM, os avós M80 e os tios Cidade FM.
Certo dia, no intervalo dos alunos de Joca, um dos alunos tinha sido capturado pelo malvado, Imperador Gafanhoto. Estavam todos muito preocupados com o pobre caracol, então uniram-se e foram à sua procura.
Eles percorreram riachos a surfar em folhas, treparam por pedras gigantes, enfrentaram lagartas, vespas…
Quando chegaram à Gafanhotãndia, viram centenas de insectos presos em gaiolas de paus! Ai ainda ficaram mais assustados, mas não perderam a coragem. A chave das gaiolas estava com o Imperador Gafanhoto, então Joca decidiu que ele é que o iria enfrentar. Os outros caracóis combateram com os outros gafanhotos. Vocês deviam ver: eram antenas para ali, ranho para acolá…
O combate já tinha acabado, e os caracóis tinham ganho! Joca tinha vencido o Imperador Gafanhoto com o seu golpe especial de KungFu.
Mal acabou aquela confusão, Joca pegou nas chaves e foi libertar todos os insectos, e o seu aluno caracol.
A partir desse dia, tudo voltou ao normal e todos os insectos ficaram em paz."

O Ricardo é o meu sobrinho mais velho e tem apenas 9 anos. O tema não lhe foi proposto pela professora nem sequer foi um trabalho da escola. Ele escreveu-o porque lhe apeteceu escrever e é tudo fruto da sua imaginação.
Se calhar para qualquer pessoa parecerá um texto comum mas para mim é um sinal de que o meu piolho está crescido e gosta de coisas que eu gosto... Deixou-me orgulhosa e sem palavras, pela qualidade do texto, pela farta imaginação, por tudo e por mais qualquer coisa que não consigo ainda exprimir. Mas se calhar sou suspeita para fazer essas considerações...

Obrigada por me deixarem partilhar este momento convosco :) Bom Dia Alegria!