sábado, 14 de julho de 2012


O que importa é partir não é chegar ;)

Bom fim de semana!

:)

Casar na praia: keep it simple

 Ideias para casar na praia... Mais um artigo na rubrica "Bom Dia Alegria" na Zankyou Magazine...

"

Foto: Marcus Bell Photography
Creio que não é um hábito recorrente no nosso país. Gostamos de ter a cerimónia, o copo d’água, gostamos de conforto para os convidados e falando de casamento pensamos em perfeição e pensando em perfeição a praia deve ser o último cenário que nos ocorre.
Associamos, frequentemente, este tipo de cerimónia a países tropicais, a climas quentes, a praias paradisíacas e esquecemo-nos, por vezes, que o nosso país tem tudo isso para nos oferecer. Temos apenas que escolher a altura certa e repensar o nosso conceito de perfeição.
Foto: Paulo Herédia
Em Portugal temos praias fabulosas e agora que caminhamos para os dias mais quentes do ano, podemos muito bem pensar em casar com os pezinhos na areia. Não faltam, hoje em dia, serviços de catering competentes que se deslocaram a qualquer parte do país, bem como alugueres de tendas e outro tipo de infra-estruturas que facilmente darão suporte a esta experiência.
Além disso temos óptimos restaurantes e cada vez mais e melhores, junto à costa. Porque não tirar partido disso?
Foto: Dia Rao Photography
Claro que quando penso em casar na praia não vejo saltos altos e cabelos armados, nem sequer imagino grandes vestidos, repletos de informação. Quando penso em casar na praia imagino um cenário etéreo, romântico, suave e fluido.
Foto: Marcus Bell Photography
Porque não deixar os sapatos em casa e casar de havaianas ou mesmo descalça? E porque não colocar de parte os penteados de noiva cliché e deixar-se envolver por ondas longas e soltas como as do mar. E se não tem cabelo comprido, isso não é problema. Há imensas soluções temporárias para conseguir exactamente o look que pretende para este dia especial.
Foto: Rachel Alvia
Sinta-se em comunhão com o mundo e com a natureza enquanto diz “sim” com areia debaixo dos pés. Sinta o perfume e a aragem da maresia enquanto tira as fotografias para mais tarde recordar um dia que, de tão simples e sereno, se tornou no dia mais perfeito de sempre.
Para se ser feliz basta querer e ter alguém com quem dividir essa felicidade. O cenário, o traje, o cabelo, são apenas um embrulho para algo tão maior e tão mais especial. Escolha aquele que a deixará com o sorriso mais radiante de sempre porque já dizia a Audrey Hepburn “Happy girls are the prettiest”.
Foto: Rachel Alvia
Sejam felizes, com sol e muito amor. Até breve! "

Guest bloggerRaquel C. Macias
Escritora e Stylist. Autora dos blogues RCM, Stylist e Bom Dia Alegria. Siga-a também no facebook e no twitter.


Veja o artigo publicado aqui.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

RCM e Bom Dia Alegria no México!

É verdade, também já chegámos ao México, mais uma vez traduzidos para espanhol e desta feita com o artigo sobre chapéus para as convidadas ;)

Gracias Mexico por su cariño!


"(...)Debido a que las bodas no son sólo para la novia y el novio - esta es la realidad – me pareció que es tiempo de que las invitados reciban un poco de ayuda con respecto a su elección de sombreros para las bodas a las que están invitadas. Muchos novios prefieren el clima más cálido o incluso el verano para celebrar su unión y estamos a punto de entrar en la época del año donde tenemos más opciones de moda para asistir a las ceremonias.
Sombreros de James Lock & Co. Hatters.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Portuguesismos e coisas que tal…

Faz-me sempre confusão certa escrita facebookiana, assim como comentários gratuitos e amizades meramente virtuais. Faz-me uma certa espécie que se adicionem pessoas só porque sim, só porque estão no Facebook do amigo do amigo, da amiga, do amigo. Faz-me espécie esta nova realidade virtual em que muitos vivem quase exclusivamente. Talvez esteja a ficar velha para este novo mundo mas creio que há valores que não cessam com a modernidade e há princípios que não se apagam com tecnologia. Fazem-me ainda mais espécie os recados de mural, as criticas gratuitas e as pseudo independências do “eu não quero saber e nem me deixo afectar mas estou aqui a falar disto na mesma”. As redes sociais estão cheias de corajosos, repletas de valentões que não levam desaforos para casa, de gente sem papas na língua, de eruditos e bem formados que não admitem nada, de nada – mesmo quando nem percebem muito bem do que falam ou porque falam. Estão cheias de sindicalistas e revolucionários, desde que devidamente escudados pelo seu gadget. Atrás do nosso teclado somos todos homens e mulheres de grande indignação politica e social, temos uma opinião sobre tudo e sobre todos e não há assunto que nos escape ou nos deixe sem resposta. Somos uns verdadeiros pensadores do mundo virtual ainda que, grande parte das vezes, não façamos a mínima ideia do que se passa além do nosso umbigo. Somos todos altruístas, desinteressados, preocupados com o que acontece aos cãezinhos, aos pobrezinhos, às criancinhas, com a fome no mundo e a pobreza do país. Somos todos mais e melhores que o vizinho mas sem malícia e sempre mas sempre, desinteressadamente. Postamos a vida toda na página mas só porque queremos partilhar e não porque queremos esfregar os nossos feitos na cara dos pseudo amigos virtuais, comentamos sobre tudo e gostamos das fotos deste mundo e do outro, excepto se alguém publicar um verdadeiro feito pessoal ou profissional, pois não podemos ser relembrados de que alguém pode ter, ser ou alcançar mais do que nós. Mas continuamos a ser todos muito altruístas e tudo o que fazemos é pelos outros, é pelo bem comum. Ficamos tão indignados com a sugestão de que mais pessoas deviam emigrar se isso for bom para elas, revolta-nos a situação financeira do país mas não combatemos isso com mais trabalho, ao invés fazemos greves porque é isso que nos tira do buraco. Ah! Mas as greves são para defenderem os direitos individuais! Bem, continuamos a ser muito altruístas e só queremos o bem de todos. Gostamos muito do nosso Portugal mas se a Selecção anda mal são todos uns filhos da outra senhora. Vamos de férias para o estrangeiro (eu incluída), mandamos os filhos em Erasmo e está sempre tudo uma real porcaria. Mas na boca temos sempre orgulho em ser portugueses, temos sempre orgulho nos amigos que temos sempre em quantidade, somos sempre boas pessoas ainda que nunca olhemos para a senhora que nos limpa o escritório ou para o porteiro que todos os dias nos abre a porta do prédio. Acima de tudo somos pessoas resolvidas e esclarecidas, nunca guardamos rancores porque os escarrapachamos online e nunca fazemos juízos de valor porque preferimos fazer criticas vãs e sem nome para quem quiser apanhar. Somos, sem dúvida, um grande país mas ainda estamos a percorrer o longo caminho para sermos boas pessoas. Precisamos perdoar mais, viver mais, ouvir antes de falar, sentir antes de julgar (ou não julgar de todo), dar antes de cobrar, sermos o nosso melhor, todos os dias e em todas as coisas, exigir mais de nós, sermos coerentes na nossa exigência, não esperar mais dos outros do que aquilo que damos de nós mesmos, não dar menos aos outros do que gostaríamos de receber. Amar mais, respirar fundo, pensar menos sobre coisas que não nos interessam ou não acrescentam nada à nossa felicidade, falar menos dos outros e concentrarmos a nossa energia naquilo que somos ou podemos ser. Querermos e tentarmos ser melhores, sempre. Todas as pessoas podem aprender e todas as pessoas têm algo a ensinar, independentemente da sua idade, status ou profissão. Basta estarmos com atenção àquilo que efectivamente importa.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

RCM, com Alegria, pelo Mundo ;)

RCM, Stylist já chegou ao Brasil em "Tangerine Tango" e aos EUA em sapatinhos que falam português!

Esta semana não sai artigo mas saem novidades das boas. E agora era caso para dizer "já fui ao Brasil, Goa e Macau, ai fui até Timor..." - Quem se lembra desta música dos Da Vinci? - Bem, ainda não tanto mas, quem sabe, num futuro próximo?! Por agora ficou-me pelo Brasil e EUA - para a comunidade Latina e fico muito bem e muito orgulhosa (desculpem qualquer coisinha!).

Christiano Siriano SS 2012. Fotos: Divulgação
O artigo que escrevi sobre o tema casar em Tangerine Tango foi adaptado e publicado pela Zankyou Magazine Brasil.

Fotos de Helsar; Bouquet Pinga Amor, Arc | Fotografia.
O artigo da passada quinta feira, sobre casar em sapatinhos nacionais foi traduzido e publicado pelo site dos EUA, numa versão para a comunidade latina.

E é por tudo isto estou muito orgulhosa!

Obrigada à Zankyou e, em particular, à Marta Ramos (Editora da Zankyou Magazine) pelo apoio constante nesta caminha que anda é recente mas que já me dá tantos motivos para sorrir.

Continuação de uma óptima semana, com o sol de volta, o céu limpo e quase, quase no fim da semana!

Xoxo, RCM*

Não diria melhor! Como diriam num certo programa de rádio que alguns se lembraram, "vale a pena pensar nisto" ;)

Um óptimo dia para todos. Beijocas

terça-feira, 3 de julho de 2012

FIA – LISBOA UM MUNDO DE CULTURAS



Está a decorrer esta semana, a Feira Internacional do Artesanato em Lisboa. Até domingo aproveitem para passar por lá.



"FIA –  LISBOA UM MUNDO DE CULTURAS



O Maior Palco da Cultura Material e Imaterial da Península Ibérica e Segundo a nível Europeu.

Ao longo dos seus 24 anos, a FIA – Lisboa transformou-se numa simbiose perfeita entre os territórios, as tradições e os produtos endógenos, tornando-se num veículo ímpar e privilegiado para a divulgação, nomeadamente, do Artesanato e Gastronomia Regionais e da Cultura dos Povos."

(...)

Mais informação aqui.

segunda-feira, 2 de julho de 2012


Bom dia alegria! Tenham uma semana fabulosa ;)

Xoxo, RCM*

Sapatos de noiva para casar em bom português - Zankyou Magazine


Fotos: Sapatos, Helsar; Bouquet (Pinga Amor), Arc | Fotografia
Se o vestido de noiva é importante para uma mulher, os sapatos não são menos. Talvez a história da Gata Borralheira nos tenha toldado, a todas, o pensamento e uma vez criado o paralelismo entre sapatos especiais|felizes para sempre, este não possa ser quebrado. Pelo menos é uma maneira de desculparmos a nossa obsessão por sapatinhos de princesa – isto para aquelas que, como eu, a têm!
Posto isto e aproveitando o constante apelo para promovermos o que é português, porque não casar em sapatos que “falam” a nossa língua?
Fotos: Zilian
Eu considero importante promover o que é nacional mas para isso é preciso que os produtos tenham qualidade e boa estética, não podemos usar ou comprar apenas por ser português. AZilian é bom exemplo disso mesmo, já que alia tudo isso a uma constante preocupação com modernidade e, ainda, a uma linha especial para noivas, “Time to say yes”.
Esta marca, que recentemente se expandiu para terras de Espanha, alia qualidade e design a bons preços e à constante inovação, mantendo-se a par do que ditam as tendências, sem serem apenas seguidores mas fazendo, também eles, a tendência.
Fotos: Helsar
Mas não são um caso isolado. Como a Zilian, também a Helsar e a Cubanas, entre muitas outras, estão solidamente implementadas “fora de portas”.
Fotos: Cubanas
E quem é que ainda não ouviu falar da “Rutz – Walk in Cork”? Mais um projecto, este ainda tenrinho mas claramente português. A Rutz não se limita a fazer sapatos “em português”, falo do produto mais português de sempre – a cortiça. E se julgam que isso lhes confere menos encanto, desenganem-se. É certo que ainda não estão internacionalizados mas dêem-lhes tempo, já que charme não lhes falta.
Foto: Rutz
Em qualquer destas marcas podemos encontrar sapatos originais, para todos os gostos e que facilmente podemos adequar ao dia “C”. Sapatos com qualidade, trendy, confortáveis e nacionais. Porque é preciso divulgar o que é nosso mas só se for bom!
Fotos: Rutz
E porque muitas de nós gostamos de calçar os sapatos favoritos até à exaustão, não é requisito obrigatório que os sapatos sejam brancos ou que combinem com o vestido. Fazer um contraste ou apontamento através dos sapatos que se escolhe, é uma óptima maneira de conferir ao nosso look casamenteiro uma assinatura própria e que marque a nossa personalidade. Da mesma forma que o vestido de noiva nos escolhe, os sapatos também e se um par vos chama pelo nome e vos apaixona, então esse é o par que vos leva ao altar, sejam eles fucsia, lima ou tangerine-tango. O importante é que vos façam sorrir.
Divirtam-se a conjugar e sejam felizes!
Até breve,
Raquel.

Guest bloggerRaquel Correia Macias
Escritora e Stylist. Autora dos blogues RCM, Stylist e Bom Dia Alegria. Siga-a também no facebook e no twitter.


Veja o artigo publicado AQUI.