terça-feira, 23 de novembro de 2010

NY... Where Else?! :)

 Foi talvez "A" viagem!... Já fiz algumas e divirto-me sempre mais que muito. O meu companheiro de viagem é óptimo e faz tudo para me ver sorrir. Adoro destinos de praia, paradisíacos e gosto imenso de calor, sol e mar. Mas tenho vindo a descobrir que as viagens citadinas também são "muito eu". Havana foi qualquer coisa de fenomenal, Madrid é das minhas favoritas mas esta... Não há palavras que a descrevam. "A cidade que nunca dorme" é talvez o que melhor lhe assenta e, ainda assim, deixa tanto por dizer.

Amei! E nunca mais vou ver os filmes e as séries do meu coração com os mesmos olhos. Não resisto a analisar os cenários e pensar que já ali estive. É a cidade que nunca dorme porque há tanto para fazer e o tempo parece tão curto para tudo. Por mais que se veja, fica ainda tanto por explorar!

Sentimo-nos realmente pequenos perante tamanha grandeza de construção, de diversidade cultural e não só, de tudo. E sim, ali parece-nos que tudo é possível e, talvez por isso, tenhamos a ilusão (ou não) de que é a terra das oportunidades, a cidade onde os sonhos se podem tornar realidade. Esta poderia, facilmente, ser a minha cidade!

Love it!


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Um sinal

Qual de nós nunca se sentiu perdido? Quem nunca pediu um sinal? Um incentivo para avançar, para mudar o que está mal ou simplesmente uma licença para ser feliz?

Em “Eat, Pray, Love” é precisamente a essa procura que se assiste. Uma busca incessante pela felicidade, pelo equilíbrio, acima de tudo, pela paz interior. É o cortar das amarras da tradição, do esperado, do socialmente aceite. Afinal, quantos de nós não se sentiram já assoberbados pelas expectativas dos outros em relação à nossa vida? Quantas vezes não deixamos de fazer o que queríamos em detrimento do que era suposto fazermos? Quantas vezes não nos deixamos levar pela vida em vez de sermos nós a conduzi-la? Quantas vezes isso nos deixou infelizes ou dormentes?

Este filme mostra-nos e faz-nos pensar que não há mal algum em começar de novo. Não há nada de errado em não saber o caminho, em não saber para onde vamos. Desde que estejamos dispostos a procurar um rumo, uma janela de esperança, a acreditar de novo, a viver de novo. Desde que estejamos atentos aos sinais que, mais cedo ou mais tarde, se nos apresentam.

Vale tanto a pena ver esta história, de mente e peito abertos e reflectir sobre onde estamos e onde queremos chegar!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Let's look at a trailer

Antigamente íamos ao cinema, chegávamos cinco minutos mais cedo para ver as apresentações de novos filmes que tinham ou estavam prestes a estrear e há hora marcada tinha inicio a exibição da película cinematográfica.

Hoje, vamos ao cinema, há hora marcada tem inicio um rol de publicidade que não pedimos e não desejamos, anunciam um ou dois filmes... Ou, como hoje, nenhum e 15 a 20 minutos depois começa, finalmente, o filme!

O que mudou? Aparentemente já não vamos ao cinema pela arte mas antes para sermos forçados a ingerir doses massivas de publicidade. Bem nos podem oferecer bilhetes... Aparentemente estarão já a ser pagos e repagos!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O fim de uma estação

Chega ao fim mais um Verão, arrumam-se os biquinis e a toalha de praia, tiram-se os casacos de meia-estação para aconchegar as noites que vão ficando mais frias. Em breve os verdes darão lugar aos castanhos alaranjados e trocaremos os gelados pelo chá e o chocolate quente, as noites na varanda pelos serões no sofá ou no cinema, entre amigos ou em familia. Em breve não ouvirei o bater das ondas enquanto apanho os últimos raios de sol mas enquanto caminho pela praia, trocando o biquini por uma camisola quentinha. Em breve os programas de fim-de-semana serão alterados em função de uma nova estação e esta dará lugar a outras coisas... Talvez não sejam melhores ou piores, serão apenas diferentes. E eu gosto da diferença.

Sempre disse que a minha estação favorita é o Verão e, na verdade, continua a ser. Mas percebi nos últimos anos que afinal gosto de todas as estações porque todas têm a sua função, todas têm a sua beleza e porque a passagem de cada estação nos deixa o agridoce sabor da saudade do que passou, com a promessa do que virá. Acho que consegui, finalmente, alcançar uma certa paz que me permite disfrutar de cada momento, sem a pressa do amanhã.

Hoje começa uma nova estação... As folhas vão mudar de cor, eventualmente, acabarão por cair, a temperatura vai baixar, os dias vão ficar mais curtos e as noites mais longas... E eu estou feliz por isso. É sinal que continuamos vivos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Fora de moda ou fora de controlo?!

O quê que se passa com os piscas desta cidade? Os carros mudam agora de faixa como quem muda de canal, no sossego da sua casa. O que a bem dizer não é, de todo, a mesma coisa.

Ora, se os senhores condutores acham que andar na estrada é igual a conduzir a PSP, diria eu, estão muito enganados. Afinal na PSP só se atropelam bonecos, já na vida real... Bem, as pessoas são reais! São de carne e osso, têm projectos e famílias. E se às vezes é só chapa que se atravessa no caminho, outras são também os donos dessa chapa!

Mas os piscas são um grão no oceano... São as mudanças de faixa em cima dos outros, as ultrapassagens pela direita, as travagens e acelerações, são os comportamentos dentro do veículo de cada um... Os telemóveis, as conversas a olhar para o lado, os charros ou os cigarros, a parvoíce nata... Podia divagar o dia todo e não esgotava os atributos dos condutores de hoje! Sim, porque o que se passa dentro do nosso carro não nos diz respeito só a nós... É que as estradas são de todos!

A questão que se coloca é: Estarão os piscas fora de moda? Ou a sociedade fora de controlo? Onde pára, afinal, o civismo?

Bem hajam!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Um dia comigo...

O ambiente é calmo. Apesar de existirem algumas pessoas espalhadas, o espaço é tão grande que ninguém invade o lugar de ninguém. Nem parece que estou numa praia, em pleno Agosto!

Ao fim de algum tempo decidi, por fim, vir até aqui e deixar-me estar ao Sol, deixar o calor penetrar-me na pele, fechar os olhos e sentir o cheiro a maresia. Não é a mesma coisa vir até aqui durante a semana. São outras pessoas que a frequentam e outra paz que aqui reina. Decidi-me a vir até aqui observar essas pessoas que passam. Vêem-se sobretudo familias – estaram ainda de férias, por certo – alguns grupos de jovens, poucos e algumas pessoas que vêm, como eu, apenas para se encontrarem com o mar e o sol. Quando era mais nova fazia isto mais vezes, ajudava-me a repôr as energias e reencontrar-me. Depois, não sei bem porquê, perdi o hábito. Venho quando tenho companhia, nas férias, ao fim-de-semana... Mas nem todas as praias são como esta e temos sempre algum local preferido.

Porquê que, regra geral, quando nos habituamos a fazer coisas a dois ou em grupo, nos esquecemos que também há programas que podem ser disfrutados “a um”!? E mesmo aqui, não se vêem muitas pessoas sozinhas. Conheço algumas que nem vão ao cinema se não tiverem alguém que vá com elas ou se não tiverem ninguém que queira ver o mesmo filme.

Quando é que nos tornámos pessoas colectivas e deixamos de ser individuos? Será que a sociedade nos fez esquecer de nós mesmos ou será que apenas preferimos ter alguém com quem partilhar todos os momentos do dia?

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Changing courses

Tem tudo a ver com rumos... A vida, quero dizer e tudo o que lhe respeita. Mas o que acontece quando a estrada que vimos não está ao nosso dispor?

É natural que tal aconteça, afinal estamos permanentemente a fazer planos e a alterá-los. É assim que deve ser porque, a cada obstáculo que trânspomos ou em cada fase da vida em que nos encontramos, mudamos e com isso, mudam os nossos objectivos. Mas não acontece apenas comigo ou com vocês, acontece com todas as pessoas. E quando pessoas próximas crescem em sentidos diferentes e têm ambições distintas, naturalmente e quase que sem ninguém dar por isso, afastam-se, aproximando-se de outras pessoas com objectivos comuns.

Parece cruel mas é apenas normal. Assim como é natural que em dado momento, quando paramos para pensar na nossa vida ou num novo rumo, pensarmos também no que ficou para trás e, algumas vezes, sentimos falta de pessoas que foram “ficando pelo caminho”.

Eu tenho saudades de algumas pessoas que marcaram presença na minha vida. Pessoas que se afastaram e, também elas, contruíram novas estradas que as levaram noutra direcção que não era a minha. Assim como tenho saudades de pessoas que simplesmente desapareceram desta vida, tal como a conhecemos. Isso não faz com que sejam piores pessoas, nem o faz de mim. Apenas significa que crescemos de forma diferente. E quem sabe se, noutra fase das nossas vidas, nos cruzaremos novamente.

Agora que planeio novos rumos, uma vez mais, que olho para o mapa e consulto o GPS em busca de novos sonhos por concretizar, de novas viagens e novas aventuras, assim como de todas as outras vezes que o fiz, penso em tudo o que pode vir a ser mas, também, em tudo o já tive, passei ou vivi. Há lembranças que me ficam para sempre guardadas e pessoas que nunca deixam de estar presentes, para mim, mesmo que não estejam, literalmente comigo, mas está-me no sangue. “Parar é morrer” e, realmente, não sei viver parada. A adrenalina de entrar de cabeça em novos desafios, conhecer novos sítios, a mudança e o sentimento misto de incerteza e alegria que ela nos provoca é para mim, o alimento da vida. “Parar é morrer” e eu estou bem viva!

terça-feira, 15 de junho de 2010

Sex and the City 2 - Official Trailer [1080p HD]

Me and You. Just Us Two.


É verdade, já vi e amei! Não pude esperar mais e logo na semana de estreia corri para ver que novidades me traziam estas amigas virtuais, que tantas vezes me fazem companhia...
Agora só tenho que voltar a ver mais 375 000 vezes para formar uma opinião a respeito, ihihihi.






"We made a deal ages ago...
Men, babies, it does't matter. We're soul mates!"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Verão dentro de nós...

As temperaturas aumentam a cada dia, o céu, de um azul imaculado, limpa-nos os pensamentos mais sombrios e o sol, de um brilho dourado que cega os mais incautos, devolve-nos a alegria, própria do Verão! Sim, sei que ainda não é Verão mas o que é uma data no calendário quando a época balnear já abriu no nosso íntimo?
Uma data é apenas uma data, nada mais. Para mim hoje é Verão e eu vou vestir o meu vestidinho amarelo e calçar as sandálias que esperam há meses no armário. Vou desempoeirar-me deste Inverno longo que vivemos e sorrir muito. Esta é a minha estação e eu quero vive-la já.

Sejam felizes :)