terça-feira, 15 de junho de 2010

Sex and the City 2 - Official Trailer [1080p HD]

Me and You. Just Us Two.


É verdade, já vi e amei! Não pude esperar mais e logo na semana de estreia corri para ver que novidades me traziam estas amigas virtuais, que tantas vezes me fazem companhia...
Agora só tenho que voltar a ver mais 375 000 vezes para formar uma opinião a respeito, ihihihi.






"We made a deal ages ago...
Men, babies, it does't matter. We're soul mates!"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Verão dentro de nós...

As temperaturas aumentam a cada dia, o céu, de um azul imaculado, limpa-nos os pensamentos mais sombrios e o sol, de um brilho dourado que cega os mais incautos, devolve-nos a alegria, própria do Verão! Sim, sei que ainda não é Verão mas o que é uma data no calendário quando a época balnear já abriu no nosso íntimo?
Uma data é apenas uma data, nada mais. Para mim hoje é Verão e eu vou vestir o meu vestidinho amarelo e calçar as sandálias que esperam há meses no armário. Vou desempoeirar-me deste Inverno longo que vivemos e sorrir muito. Esta é a minha estação e eu quero vive-la já.

Sejam felizes :)

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bom dia Primavera...

O sol brilha lá fora, a temperatura subiu e o céu e os campos ganham novas cores... As flores começam a aparecer aqui e ali, a salpicar de cor o caminho a percorrer. A luz dá-nos uma força renovada e a semana começa bem. Finalmente guardamos o casaco de inverno e tiramos o colorido do roupeiro…

Gosto do frio, de chapéus e de casacos. Gosto de botas, de agasalhos e cachecóis. Gosto do Inverno mas sabe tão bem acordar e ver o sol a brilhar lá fora.

Com alergias ou não, sabe bem a Primavera!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Dia do Pai…

Há dias para assinalar ou festejar quase tudo. Alguns fazem parte da nossa infância, outros há que vão surgindo ao longo dos anos, influência de estrangeirismos e afins e que por cá se vão enraizando.

Os dias de tudo e mais alguma coisa servem essencialmente o consumo, que cresce exponencialmente, vejam-se as montras todas prontas e a chamar por nós com corações, ovos de Páscoa, gnomos e árvores… Os exemplos não têm fim. E contra mim falo que seria incapaz de deixar passar em branco um Natal, um dia da Mãe ou um aniversário. Sou incapaz de passar as férias de verão sem ir com os miúdos comprar um mimo à avó e fico cheia de remorsos quando me passa alguma data que, supostamente, seria importante.

E se é verdade que tudo isto é um pouco descabido, que se trata de um negócio e que deveríamos lembrar-nos e agradar às pessoas das nossas vidas, todos os dias do ano, todos os anos, sabemos bem que isso não acontece. O stress, a vida agitada, a falta de tempo, a rotina, os problemas do dia-a-dia e tantos outros factores, impedem-nos de demonstrar tudo, constantemente. E não é verdade que todos gostamos de um mimo? De sentir que se lembraram de nós, no “nosso” dia?! Claro que sim, mesmo que digamos o contrário.

Mas há dias que servem essencialmente para nos fazer recordar, para nos lembrarmos mais intensamente das pessoas, mesmo daquelas a quem já nada podemos dar. O Natal, por exemplo, é a altura do ano em que me invade a maior, a mais intensa, a mais dolorosa das saudades. É o momento em que recordo todos aqueles que fizeram parte da minha infância, da minha vida e que nunca mais se vão sentar à mesa, a comer o bacalhau com couves.

E hoje, no dia 19 de Março, lembro-me de quem durante muito tempo não recebeu prenda, porque estava longe, não apenas em geografia mas distante de todas as formas. Lembro-me que hoje gostaria de poder telefonar-lhe e dizer que gosto muito dele e que sinto a sua falta. Que o passado ficou lá atrás e que todos temos o direito de errar e de nos arrepender. Mas sobretudo todos o dever de perdoar. Já não posso dar-lhe prendas mas posso dar-lhe o meu pensamento… E, hoje, o meu pensamento está no céu cinzento, com quem não vai receber uma prenda mas vive no meu coração.

Feliz dia a todos os pais.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Uma história...

Recordo o seu sorriso alegre e caloroso. Nunca poderei esquecer o seu rosto delicado e pálido, o som dos seus sapatos pisando firme o chão e a sua postura irrepreensível: As costas sempre muito direitas e os olhos no horizonte, devorando o mar.

O seu nome, simples e despretensioso, fazia lembrar um campo em flor, transportando-nos para sonhos antigos, outrora esquecidos. Sonhos da nossa infância, brincadeiras de criança que nos parecem hoje tão longe e desvanecidos.

As mãos esguias, de unhas impecáveis, as pernas longas e magras que fazia questão de mostrar em cima de saltos translúcidos, capazes de desafiar a gravidade.

Os cabelos longos com as ondas do mar a passearem-se por toda a parte, rebelde como ela, claro como o sol que lhe queimava a pele.

Nada no seu aspecto parecia deixado ao acaso, quando a observávamos e, no entanto, encerrava em si a leveza de uma manhã de Primavera, ainda fresca. Aquelas manhãs em que o sol espreita bem cedo, ainda antes do cantar do galo, mas podemos ver as gotas de orvalho nas folhas, verdes e luzidias.

Na verdade, nada em si era fabricado, ela era assim, uma brisa fresca, um nascer do sol, um voo de andorinha que ele observava todas as manhãs, religiosamente, sentado no lado direito da cama.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

10 coisas que não me saem da cabeça...

Resolvi agarrar o desafio lançado por "Dos Meus Saltos Altos" e, partilhar convosco, 10 coisas que não me saem da cabeça (pelo menos, de momento):

1 – Que o tempo de que dispomos não é ilimitado. Não somos imortais;


2 - Que estou feliz por ter iniciado um novo ano e nunca a expressão "ano novo, vida nova" fez mais sentido;

3 - Os cafés que tenho em "dívida" e que anseio ver acontecer;

4 – Que as pessoas de quem gostamos “partem” sempre cedo demais;

5 - Que já ia de férias outra vez, desta vez para a Europa… e quem sabe ficar por lá;

6 – Que tenho saudades de algumas pessoas que, por uma ou outra razão, foram ficando cada vez mais distantes;

7 - Que o deixa andar não nos leva a nada e temos que lutar com garra por tudo aquilo que queremos alcançar;

8 – O livro que quero escrever;

9 - Que devia frequentar sítios diferentes e conhecer pessoas novas;

10 – O meu desejo de ano novo (sim, foi só um!).

Parece que deveria passar o desafio a 10 blogues mas, tal como a Saltos, deixo que o agarrem todos os que se sentirem motivados a esta partilha! Vão gostar...

Beijocas e boa semana*

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Respeito, Civismo… Humanidade

Numa manhã de Inverno conduzo por entre as gotas de chuva. Ao chegar, uma sala repleta de gente que lê, fala e espera. Também eu procuro um lugar vago para aguardar, pacientemente, até ouvir o meu nome.

A sala, cinzenta, sem ar condicionado ligado e com lotação muito superior ao desejável, nada tem que conforte ou acalme. Passaram já três horas e quarenta minutos e nada… estou a ponto de explodir mas permaneço no meu lugar, irrequieta, expectante e a interrogar-me como terá a Humanidade chegado a este ponto? Será que nos resta ainda alguma humanidade? Qual o conceito de respeito e de espaço para o século XXI?

É normal fazer barulho em salas de espera, é normal julgar normal que as crianças gritem, exijam e quase batam nos pais, é normal que incomodem as demais pessoas, abalrroando-as, subindo cadeiras, é normal que nos façam desocupar a cadeira ao nosso lado para não se sentarem dois lugares a seguir porque, imagine-se… vão colocar as suas próprias coisas em lugar das nossas. É normal que os médicos marquem uma hora quando pretendiam dizer quatro horas depois, é normal chegar atraso sem aviso prévio, é normal ir para locais públicos sem banho tomado ou espreitar sobre o ombro do outro… E aqui sentada, ainda à espera, interrogo-me: onde é que perdemos a noção de espaço e de respeito? Em que momento da História ficámos entregues ao egoísmo alheio?

O meu pai tinha uma frase que ouvi muitas vezes na minha infância e nunca me abandonou: “A tua liberdade acaba onde começa a liberdade do outro”… Nunca esta frase fez mais sentido!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Palavra de ordem - Renovação

Este fim de ano foi diferente… Reataram-se laços há muito perdidos e soube bem. Todas as passagens de ano, pelos menos nos últimos dez anos, têm sido diferentes para mim. Umas mais solitárias, outras mais familiares, umas de introspecção, outras de completa loucura… Todas diferentes, todas especiais, todas me ensinaram algo. Umas para repetir, outras talvez não. Sem fugir à regra (que não o sendo, acaba por marcar tradição – a diferença) esta passagem de ano foi como um regressar no tempo muitos anos atrás e ouvir as doze badaladas, com direito a foguetes do chinês e tudo, na companhia de pessoas com quem algumas vezes partilhei a minha infância mas que, a certa altura do percurso, deixei de ver.

Momentos de difíceis aconteceram nas suas vidas e eu, caçula, não tinha a maturidade para os apoiar ou sequer idade para perceber o que se estava a passar (embora me lembre do preciso momento em que aconteceu, de forma descontextualizada, fragmentada mas presente). Ao longo dos anos, também na minha vida foram acontecendo coisas menos felizes, que nos abalaram, que nos fizeram focar mais noutros pontos. Por uma ou por várias razões o tempo encarregou-se de nos afastar e agora, tantos, tantos anos mais tarde, de nos reunir.

Foi um passar de ano com gostinho especial de calor humano e esperança no futuro. Foi como um colar de passado e futuro que nos faz acreditar que tudo é possível e que, realmente, as pessoas são importantes para nós, que realmente gostamos delas e de que a vida vale a pena quando partilhada.

Neste ano vou mudar tudo aquilo que quero e sei que posso mudar. Este ano vai ser melhor e mais doce, vai ser de luta e de vitórias, de reencontros e talvez de algumas rupturas… Porque sem elas não há renovação, porque todos os dias crescemos mas não o fazemos todos ao mesmo ritmo. Às vezes é preciso aceitar isso e esperar que nos encontremos, algures, mais à frente no nosso percurso, quando voltarmos a estar ao mesmo ritmo, como aconteceu comigo neste passar de ano. Este ano vai ser melhor porque eu vou fazê-lo melhor, espero que vocês também! Sejam felizes em 2010!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Paz, Amor e Frio :)

Espero que o vosso Natal tenha sido docinho, como o meu e que continuem a disfrutar desta época de festa, da melhor maneira.

Que o calor do vosso coração possa proteger-vos do frio que faz lá fora!

Feliz Ano Novo*